quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Viver com Propósito

Viver com propósito faz toda a diferença para uma vida plena e abundante.
Confúcio, pensador e filósofo chinês, afirmou: “Escolha o trabalho de que gostas e não terás de trabalhar um único dia em tua vida”. Ouça sua vocação. Faça o que o seu coração manda. Seja fiel a sua essência. Não ofereça resistência ao que você realmente deseja. Caso contrário, você estará lutando contra a pessoa mais importante de sua vida: você mesmo! Obedeça ao seu coração. Mas faça isso de verdade, sem meias palavras nem meias atitudes, porque obedecer parcialmente é desobedecer.
Talvez você pense o seguinte: é claro que eu adoraria largar tudo e fazer o que realmente gosto. Mas preciso pagar as minhas contas. Tenho diversos compromissos. Vivo com pessoas que podem ser muito afetadas caso eu resolva fazer uma virada radical em minha vida! Tudo bem. Seu argumento e preocupações são legítimos, mas tem prazo de validade. Vale por um período, não por toda a vida. Planejar que você vai se dedicar durante um período a uma atividade que não seja a que você realmente escolheu e fazer disso uma alavanca para a realização do seu verdadeiro sonho é uma estratégia interessante e estimulante. Não permita que essa circunstância se cristalize a ponto de se tornar um impedimento para que você vivencie sua essência.
Para isso, é preciso mobilizar a coragem que existe dentro de cada um de nós, porque sem ela é difícil até mesmo se levantar da cama ou sair para a rua. É preciso ter coragem para viver e para enfrentar os desafios da vida e, mais ainda, é preciso ter coragem para que você seja o que quiser ser, para bancar seus desejos e sonhos, independentemente do que os outros falem ou pensem.
Agora reflita: será que você, na sua profissão, no seu trabalho, na sua vida pessoal e amorosa está agindo conforme sua essência?
Volte para dentro de si mesmo, buscando ouvir sua voz interior, deixando o seu “ser” falar.
Geralmente não utilizamos toda a nossa habilidade intelectual ou nossa capacidade plena de raciocínio para fazer o que realmente importa. É preciso despertar para realizar seu propósito, sua missão, desafiar-se a desenvolver todo o potencial e talento que você recebeu de Deus pela vida, para ir em busca de algo maior. Algo com propósito e significado.

“Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde ir”. Sêneca

Sucesso! Felicidades! Vamos em frente!


Sergio Giavoni

Executive & Business Coach

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

A Paciência é uma Decisão

A paciência é uma decisão que escolhemos tomar não apenas uma vez, mas repetidamente. A paciência não é simplesmente algo que temos ou não temos. Ela é uma decisão que tomamos, uma opção que fazemos repetidamente. 

Quanto mais tivermos consciência de que a paciência é uma decisão, mais livres estaremos para toma-la.

Decidimos ser pacientes quando queremos perder peso e, em vez de tentar perder “cinquenta quilos em um mês”, nos empenhamos com persistência para atingir nosso objetivo e para aumentar a probabilidade de um sucesso duradouro. Casais escolhem a paciência quando tem dificuldade para engravidar, pessoas que querem abandonar um vício e para se formar em um curso superior, apoiam-se e decidem-se pela paciência.

Quando encaramos a paciência como uma decisão, compreendemos que precisaremos escolhê-la inúmeras vezes, talvez não somente em circunstâncias tão difíceis e extremas, mas em opções pequenas e cotidianas que nos farão mais livres e certamente mais felizes.

Quando nos lembramos que qualquer coisa que estamos esperando – mesmo as que nos deixam enlouquecidos – vai demorar o tempo que for necessário para chegar, é mais fácil ter paciência. Passamos a nos harmonizar com o ritmo do tempo em vez de insistir para que ele se materialize imediatamente.

A beleza da opção pela paciência se encontra no fato de que, mesmo que sejamos pessoas impacientes, sempre teremos uma outra oportunidade para escolher! Em qualquer circunstância que estejamos vivenciando, somos capazes de escolher a serenidade.

Quanto mais nos convencemos de que a vida se move em seu próprio ritmo, mais paciência teremos. Esse tipo de paciência faz bem à alma. Esperar com paciência nos faz permitir que a vida se mova e nos transforme, enquanto nos envergamos como árvores ao vento, dobrando e contorcendo sem quebrar, e, apesar de tudo, sobrevivendo.

Dia após dia, momento após momento, a decisão é sua.

“A fé significa crença no desconhecido, a serena convicção de que, embora você possa imaginar como, em algum momento, em algum lugar, e de maneira correta, aquilo que você deseja irá acontecer”. Daphne Rose Kingma

Sucesso! Felicidades! Vamos em frente!

Sergio Giavoni

Executive & Business Coach

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

O que não fazer em uma entrevista de emprego

Prezados, ótimo dia!
Compartilhamos hoje uma matéria interessante a respeito de comportamento em uma entrevista de emprego. Atenção!
O mercado de trabalho está saturado em algumas áreas, concorrido em muitas e competitivo entre dezenas de profissionais para uma única vaga.
Existem algumas atitudes e comportamentos que são imperdoáveis em uma entrevista de emprego. Chegar atrasado, falar mal da empresa anterior ou não deixar o entrevistador falar são exemplos de atitudes que podem tirá-lo do processo.
Assim, muitos candidatos acabam perdendo boas oportunidades de emprego por falta de conhecimento em determinado assunto, falta de atenção ou falta de foco.
Confira 12 dicas do que você NÃO deve fazer para seguir no processo seletivo:
1. Não chegue atrasado de maneira alguma. Pesquise o caminho antes e procure chegar ao local com pelo menos 15 minutos de antecedência;
2. Não cometa excessos na roupa, no perfume e acessórios. Use roupas discretas e confortáveis, pesquise antes sobre a cultura da empresa para não cometer nenhuma gafe.
3. Não chegue “cru" na entrevista. Visite o site da empresa, converse com conhecidos, investigue qual o negócio da empresa, tipos de produtos e serviços, concorrentes e particularidades do mercado. Evite perguntar sobre coisas que deveria ter pesquisado antes.
4. Não minta ou esconda informações. Jamais! Todo seu histórico profissional pode ser (e será) investigado depois. Coloque suas experiências sem exageros, destacando suas principais atividades e os resultados que você conseguiu atingir;
5. Não fale demais nem de menos. Saiba perguntar quando for preciso, e responder sempre o que for perguntado;
6. Não atue! Não tente ser algo que não é. A empresa procura o “candidato ideal”, porém, você precisa buscar uma empresa que seja “ideal” também. Sendo verdadeiro, a chance de sucesso e de crescimento será bem maior.
7. Não use frases prontas ou decore respostas. Nada pior do que um candidato “boneco”. Tenha em mente o que pode ser respondido, mas aja sempre com naturalidade e entusiasmo. Não ignore nenhuma perguntou ou mude de assunto de repente, sinta que o assunto ficou bem esclarecido;
8. Não fale mal das outras empresas que você trabalhou. Isso também vale para o ex-chefe e colegas de trabalho. Esse erro é FATAL!
9. Não arrume desculpas ou culpados para possíveis falhas que possa ter tido na carreira, se perguntar por que você saiu do último emprego e tiver sido demitido, explique o motivo sucintamente e pronto;
10. Não use gírias, brincadeiras de baixo calão e palavrões na entrevista, por mais informal que seja o entrevistador. Muitos recrutadores “dão corda” para testar o candidato e ver até onde ele pode ir. Evite forçar intimidade também, nada de “tapinha nas costas” e coisas do tipo;
11. Questione sobre o salário e benefícios apenas quando o recrutador introduzir o assunto, geralmente é no início para analisar se o candidato terá real interesse ou no encerramento da entrevista;
12. Não saia da entrevista com dúvidas sobre a vaga, atividades e responsabilidades. Perguntar não é pecado, questione também!
Abraços,
Sergio Giavoni
Consultor, Palestrante e Coach
Harmonia Consultoria e Assessoria em Pessoas

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

8 dicas de vendas para salvar 2014...

O fim do ano pintou no horizonte. Em praticamente duas semanas, estaremos dando adeus ao ano velho, desejando que fique no passado esse atual quadro de baixo crescimento da economia, clientes resistentes, negócios adiados, vendas deprimidas e todo o resto que pinta de cinza o cenário e a esperança.

Está assim para você ou seu mercado está fora da curva?

O que nos trará 2015, além de novo governo e a expectativa de novos desafios e nova realidade? Que novo cenário sua empresa está desenhando? Como isso vai afetar você?

Vendedores são otimistas por natureza. Acreditar e persistir são os verbos que conjugam no café da manhã, reforçam no almoço e repetem no jantar, quando têm tempo para aproveitar um e outro.

Otimismo positivo, lúcido e realista, repetidamente testado no trabalho incessante de prospecção, negociação, fidelização dos clientes.

Agora é tempo das últimas duas semanas que fecham o ano. Se precisar, siga as dicas que salvam vendedores nos períodos de vacas magras e telas cinzas:

1) Fazer a venda acontecer é a única ação propositiva que fará diferença num cenário ruim. Acreditar nisso e agir proativamente pode mudar o jogo.

2) Vá além do produto, além do serviço. Apresente sua solução como algo que resolve com efetividade o problema do seu parceiro, o cliente. Surpreenda o cliente.

3) Cative o cliente, conquista a admiração dele. Mostre como você pode ajudar agora, como pode continuar apoiando, como pode servir continuamente.

4) Ignore os mitos e as ideias ultrapassadas em vendas. Trate cada cliente como único, perceba cada situação como exclusiva, esqueça a prática de rotular clientes.

5) Internalize que toda venda é um ato de vontade. Sua e do cliente. Não espere, planeje e aja. Deixe o cliente ser coautor da venda.

6) Toda venda é ato de equipe. Faça sua parte com o cliente e venda também para as demais áreas da empresa a entrega da solução nos termos combinados.

7) Venda não é linear nem finita. Há vários começos, meios convergentes e infindáveis recomeços. Todo dia é dia de pensar em vendas, toda hora é hora de viver a venda.

8) Aumente a quantidade de interações reais e virtuais com os clientes, mas não esqueça que qualidade de contato é o que conta.

2014, o ano do empate econômico, pode ser salvo? Para quem faz da venda sua arte de criar valor, trabalho focado e fé podem salvar o ano.

Texto extraído parcialmente da Revista Management, Dez/14.

E vamos em frente!

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Conheça dez áreas com escassez de mão-de-obra - UOL Economia - 11/09/14

Boa tarde!
Compartilhando uma reportagem do UOL Economia, interessante e polêmica sobre escassez de mão-de-obra. Confira! Comente!

A falta de preparo do trabalhador brasileiro e o estigma associado aos cursos profissionalizantes - que faz com que muitos jovens ainda prefiram optar pela universidade do que pela escola técnica - criou sérios problemas para as empresas brasileiras na busca por mão de obra.
Uma pesquisa da empresa de recrutamento ManpowerGroup, divulgada no mês passado, mostrou que a taxa de escassez de talentos (mão de obra qualificada) no Brasil é de 63%, quase o dobro da média mundial (36%). Foram ouvidos na sondagem mais de 37 mil empregadores de 42 países e territórios.
Outro levantamento, da Fundação Dom Cabral (FDC), em São Paulo, publicado em abril deste ano, diz que nove entre cada dez empresas brasileiras apresentam dificuldades em preencher seus quadros.
As companhias citam a escassez de profissionais capacitados (83,23%) e a deficiência na formação básica (58,08%) como os principais entraves para assinar carteiras. O estudo foi realizado com base em dados fornecidos por 167 empresas de diferentes setores que, juntas, respondem por 23% do PIB.
Sem saída, as empresas acabam abrindo mão de exigências como experiência, pós-graduação e fluência no inglês para contratar. Além disso, oferecem pacotes de benefícios para reter os profissionais já contratados.
Com funcionários menos produtivos, a competitividade dos produtos brasileiros acaba prejudicada. Hoje, um brasileiro leva um dia para produzir o equivalente a um americano em cinco horas, um alemão, em seis horas, e um chinês em oito horas.
"Nossa produtividade vem crescendo a um ritmo menor do que o custo do trabalhador. A empresa precisa pagar essa diferença, ou corrigindo os preços e gerando inflação, ou reduzindo investimentos. Nos dois casos, o crescimento da nossa economia é afetado", afirmou à BBC Brasil José Pastore, professor de economia da USP e ex-chefe da Assessoria Técnica do Ministério do Trabalho.
A dificuldade de encontrar mão de obra qualificada também tem levado as empresas a intensificar a capacitação do trabalhador no próprio ambiente de trabalho. Segundo uma sondagem da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada no ano passado, 81% das empresas utilizam essa estratégia. Entre as de grande porte, essa taxa sobe para 87%.

Carência

Entre os profissionais mais difíceis de contratar, operários e técnicos aparecem no topo da lista.
Marcia Almstrom, diretora de Recursos Humanos da ManpowerGroup no Brasil, disse à BBC Brasil que o "desprestígio" do ensino técnico criou "uma lacuna no mercado de trabalho".
Para tentar solucionar esse problema, o governo federal espera elevar o número de matrículas Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) das atuais 8 milhões para 12 milhões nos próximos quatro anos.
"O Pronatec foi um passo decisivo para que nós pudéssemos, de fato, garantir escala, gratuidade e qualidade na educação profissional", disse à BBC Brasil o ministro da Educação, Henrique Paim.
"O resultado é muito importante para o país do ponto de vista da competitividade e fará o Brasil se tornar mais competitivo", acrescentou.
O levantamento da FDC dá ideia do impacto da escassez de profissionais qualificados no mercado de trabalho. Em uma análise por área, a produção/chão de fábrica continua sendo a mais difícil de encontrar trabalhadores capacitados (47,3% das empresas consultadas). A pesquisa também revela que as funções técnica e operacional são as posições de qualificação mais precária (50,62%).
Por causa disso, de acordo com o estudo, no nível técnico, quase 60% das companhias reduziram as exigências para contratação. No nível superior, a taxa é de 45,1%. Em 2010, quando a Dom Cabral fez a primeira pesquisa sobre carência de mão de obra, as taxas eram de 54% e 28%, respectivamente.
A partir de pesquisas e da opinião de especialistas, a BBC Brasil identificou dez áreas em que há escassez de profissionais capacitados. Confira.

Operários

Quanto ganham? até R$ 1,5 mil
Por que estão em falta? A redução da pobreza e o ganho de renda permitiram ao trabalhador de produção/chão de fábrica estudar e buscar profissões de melhor remuneração. Cada vez menos pessoas, portanto, querem dedicar-se ao trabalho braçal. Também faltam profissionais capacitados.

Técnicos

Quanto ganham? entre R$ 2 mil e R$ 5 mil
Por que estão em falta? A escassez desse tipo de profissional se concentra nas áreas de edificação, eletricidade e automação. O crescimento na oferta de cursos de ensino superior privados contribuiu para aumentar a sangria no ensino profissionalizante, uma vez que cada vez mais jovens preferem um diploma universitário ao certificado de um curso técnico. Entre 2003 e 2012, o número de matrículas só no ensino superior praticamente dobrou, passando de 3,8 milhões para cerca de 7 milhões, a maioria na rede privada.

Motoristas

Quanto ganham? até R$ 2 mil
Por que estão em falta? Tal como os operários, muitos decidiram deixar a profissão em busca de carreiras mais bem remuneradas, aproveitando-se para isso do crescimento econômico dos últimos anos, que criou uma classe média até então inexistente. Também faltam condutores capacitados, aptos a usar novas tecnologias e a dirigir veículos especializados.

Secretárias e assistentes

Quanto ganham? de R$ 1,5 mil a R$ 2,5 mil
Por que estão em falta? Em muitos casos, a profissão exige apenas nível médio, o que não interessa a jovens que aspiram a um diploma universitário. Os que já estavam na carreira também optaram por deixá-la, à medida que passaram a ingressar em cursos de nível superior afins às áreas em que trabalhavam. Também faltam profissionais capacitados dado que a carreira requer conhecimentos antes inexistentes, como fluência em língua estrangeira.

Profissionais de Recursos Humanos

Quanto ganham? de R$ 6 mil a R$ 10 mil
Por que estão em falta? A necessidade de reestruturação das empresas, especialmente em um momento de esfriamento da atividade econômica no país, aumenta a exigência sobre os Recursos Humanos, setor responsável por reformular a base de talentos das empresas. Há uma demanda maior, portanto, por profissionais da área.

Profissionais de TI

Quanto ganham? entre R$ 2,5 mil e R$ 5 mil
Por que estão em falta? O número de profissionais formados na área de tecnologia da informação não atende à demanda crescente das empresas, cada vez mais informatizadas. Entre os principais motivos, segundo especialistas, estão o baixo interesse dos estudantes brasileiros por ciências exatas até a alta evasão dos cursos ligados à tecnologia. O setor estima que o déficit de profissionais chegue a 750 mil em 2020.

Contadores e Profissionais de Finanças

Quanto ganham? entre R$ 5 mil a R$ 10 mil
Por que estão em falta? A complexidade da economia brasileira impôs novas exigências aos profissionais da área, aos quais falta especialização. Além disso, os jovens teriam perdido interesse no setor por seu caráter 'operacional' e não 'estratégico', dizem especialistas.

Profissionais de meio ambiente

Quanto ganham? entre R$ 7 mil e R$ 15 mil
Por que estão em falta? O aumento da demanda por profissionais de meio ambiente cresceu à medida que as empresas passaram a mensurar os custos financeiros e políticos do impacto de suas ações na natureza. Porém ainda há um grande déficit de profissionais especializados na área, em parte devido à baixa oferta de cursos.

Engenheiros

Quanto ganham? entre R$ 8 mil e R$ 20 mil
Por que estão em falta? O Brasil tem uma carência histórica na área de engenharia, formando, anualmente, apenas 44 mil engenheiros, contra 150 mil dos Estados Unidos, 300 mil da Índia e 400 mil da China. Há uma demanda maior por engenheiros de produção, de segurança do trabalho, mecânicos, civis, de controle e automação, elétrico e ambiental.

Profissionais de Saúde

Quanto ganham? entre R$ 5 mil e R$ 20 mil
Por que estão em falta? As novas tecnologias passaram a exigir mudanças e adaptações no comportamento dos funcionários. O médico do trabalho ganhou papel importante nesse processo. A especialização, no entanto, ainda é limitada em número de cursos e Estados.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

No fundo, é simples ser feliz. Difícil, é ser tão simples.

Olá! 
Ótima tarde!
No fundo, é simples ser feliz. Difícil, é ser tão simples.
Viva de modo que faça a diferença na vida de quem cruza o seu caminho.
As pessoas mais felizes olham para o lado e estão sempre dispostas a ajudar o próximo.
Geralmente, as pessoas que se sentem mais miseráveis são as que mais vivem obcecadas consigo mesmas.
Hoje em dia, as pessoas estão tão preocupadas com suas próprias metas que se esquecem da generosidade, da irmandade, do interesse legítimo em ajudar o outro pelo simples prazer de colaborar. Contudo, é a gentileza que gera gentileza e felicidade.
Precisamos treinar fazer o bem para o outro, sem ter interesse no que receberemos em troca. É necessário fazer pelo outro sempre mais do que o outro faz por nós, e essa é a fórmula para receber mais da vida.
#pensenisso
#harmonia
#felicidade




quinta-feira, 5 de junho de 2014

Sete em cada dez profissionais estão insatisfeitos com o trabalho

Segundo pesquisa do IPOM, os índices de insatisfação com o ambiente de trabalho estão em níveis elevados.
Muitos profissionais são bem sucedidos, respeitados pelos chefes, admirados pelos colegas e colhem elogios e frutos financeiros. Em compensação, outros não conseguem atingir o mesmo sucesso.
Segundo dados de pesquisa do IPOM – Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente –, os índices de insatisfação com o ambiente de trabalho estão em níveis elevados. De cada 10 profissionais consultados, 7 confessam não estarem satisfeitos com a sua carreira ou emprego e gostariam de trocar de função ou empresa.
De todos entrevistados, 68% afirmam se sentirem capazes de exercer cargos mais valorizados ou bem remunerados, mas se sentem vítimas de chefes injustos e de um sistema empresarial que não reconhece a meritocracia. Outro dado que demonstra grande insatisfação com o trabalho é o fato de 65% das pessoas não fazerem o que gostam, mas tolerarem exercer uma atividade remunerada sem prazer, em função de questões financeiras, familiares ou por imposição da sociedade.
Segundo Myriam Durante, psicoterapeuta e presidente do IPOM, esses números revelam que o sucesso profissional está profundamente ligado à questão da felicidade. “Quem não está satisfeito com o trabalho dificilmente conseguirá ir à luta para conquistar o sucesso. Para ter sucesso é preciso agir Pessoas bem sucedidas são caracterizadas pela vontade de realizar projetos em busca da realização pessoal. Só que, para ter ânimo e disposição para isso, planejam-se muito bem e conseguem cumprir suas tarefas porque gostam do que fazem”, explica a especialista.
Outro fato que também preocupa, de acordo a psicoterapeuta, é o fato de 40% das pessoas afirmarem que não costumam se planejar e preferem esperar que as coisas aconteçam naturalmente. “Esses profissionais não estão felizes, mas também não estão dispostos a virar a mesa. Vão se acomodando, engolindo frustrações até a hora em que o corpo gritar, com alguma doença, alertando para o fato de que algo não vai bem e que é preciso corrigir a rota. Trabalhar pode e deve ser motivo de prazer, mas antes a pessoa precisa descobrir o que, de fato, a faz sentir-se bem”, alerta Myriam Durante.